Contra as injustiças sociais. Contra o desprezo e abandono. Luta pela condições básicas. Luta pela sobrevivência. Grito pela liberdade. Quatro jovens de famílias disfuncionais de uma região desprezada do noroeste de Inglaterra, onde prevalece a pobreza, violência, abuso e degredo, procuram formas de conseguirem sair dessa realidade. Uma família improvisada, em que o GRIME vibra pelos seus corpos, procuram vingar-se de todos aqueles que os colocaram naquela situação. Ao longo da batida, são confrontados com um muro sem fim à vista de todos os problemas do qual repudiam. Será que conseguiram deitá-lo abaixo? Ou, passarão a fazer parte desse muro? Esta peça é baseada no romance de Sibylle Berg, “GRM - Brainfuck”, com tradução de Bruno C. Duarte, dramaturgia de Paulo Rêgo e encenação de Peter Kleinert. Quero destacar o trabalho de cenografia de Céline Demars, que criou uma instalação impactante visualmente e que permite um leque de jogos de moviment...
Um espaço dedicado ao comentário dos mais diversos espetáculos e eventos culturais, com destaque para as apresentações teatrais.