Um espetáculo abstrato alicerçado à reflexão das radiografias com um paralelismo ao futuro incerto e sem clareza da Humanidade.
O artista João Reis ficou responsável com a encenação e interpretação, já Nuno Aroso pela composição e interpretação musical.
Um projeto com elementos experimentais cativantes, como por exemplo as experiências sonoras e os elementos visuais (luzes e projeções).
Para além disso, não consegui tirar nada de concreto do que vivenciei. Neste momento, muitas dúvidas ainda pairam pela minha cabeça, mas neste caso, pelo lado negativo. O experimentalismo foi tanto que, o "passar da mensagem do espetáculo" ficou perdido num vácuo.
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