Como seria se, de um dia para outro, averiguassem as vossas contas bancárias e, como por milagre, um depósito de milhões tivesse sido efetuado?
Uma tentativa de lavagem de dinheiro que, graças a um erro num dos números de conta a depositar, criou um conflito entre o dono do banco e a família de um dos seus gerente de uma pequena sucursal, que acaba de descobrir que foi despedido sem justa causa, após 25 anos de serviço. Uma peça repleta de críticas e muitos momentos engraçados que prometem despontar imensas gargalhadas.
A componente dramatúrgica desta obra é da autoria de Juca de Oliveira, com adaptação para o contexto português por Henrique Dias e encenação de Carlos Arthur Tiré.
Derreti-me a rir com este projeto! Trabalho muito bem conseguido. Um acumular de jogos de situação bastante dinâmicos, uma adaptação ao contexto político e social português muito interessante e interpretações potentes com dinamismo. Ingredientes fundamentais para o sucesso! As 2 horas de espetáculo pareceram poucas!
Reparei que em certos momentos, com a extensão dos tempos cómicos de repetição, a situação cómica acabava por se perder. Destaco os momentos de expressão corporal protagonizados pela personagem do Rui Unas e a repetição da frase “mas que filho da puta”, levada a cabo pela personagem do Marcos Caruso. Momentos mínimos em comparação ao trabalho realizado por ambos e a restante equipa ao longo da obra, contudo achei importante destacar este tópico.
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